Thursday, June 7, 2012

I will change my name that the decision I made. I had the same name for all these years. So why not? Tell me why not?

Thursday, January 7, 2010

A Boneca

Ela ficou ali talvez esquecida no canto qualquer
Luluzinha latia no portao
A casa que muitos anos mas tarde veria da janela de um apartamento
Ficou para traz
ali que tudo comecou..

A menina viu sua imagem na janela
Tao preocupada com a boneca de pano
Perdida
Nunca mais a encontrou

A casa se foi com o jardim de margaridas
Na cidade tao pequena !
Tao pequena era a menina...

Mais nunca esqueceu !
Nunca esqueceu a boneca perdida
Esquecida ...
Talvez jogada no quintal.

Ja nao existem mais margaridas!

Mais Luluzinha ainda late no portao,
Um dia eu volto Lulu
Um dia....

Marcia Tavares....

Friday, April 11, 2008

The Anti-hero

I sat by the window in the dark room.
Sewing the seams at his pants.
Something I don’t know how to do.
He jumped around like an exited boy
Talking about a time long gone
People already dead.

I struggled with the needle
Pretending I knew what I was doing
Two spiders came down on me
 He jumped and he wanted  kill them.
“Don’t kill them”- I said
He did it anyway.
He wanted to protect me from the poisonous bite.

Love is a funny feeling.
It makes everything bigger and beautiful.
A task I would rather avoid,
becomes a declaration of love.

A moment so ordinary.
So simple and yet
So powerful

The brave chevalier against the spiders!

The clock stroke noon!
It was my time to go.
As I run out of the door into the real world.
I felt something falling and he caught it.
Not a crystal shoe
but instead, a piece of my heart
That him- my anti-hero.
Will keep from now
to eternity.

Marcia Tavares.

Monday, March 17, 2008

A lenda.

" Consta lenda que dormia uma princesa encantada, a quem so despertaria um infante que viria de muito alem do muro da estrada...."

Passei a vida correndo atraz da princesa adormecida, talvez se tivesse lido essa poesia com mais atencao teria encontrado a resposta logo de saida.Mais como o heroi do poema tive que tambem vencer os obstaculos para encontrar oque sempre ali esteve.


"....E vencendo estrada e muro chega ao sonho onde ela mora, inda tonto do que ouvera , a cabeca em marisia,ergue a mao e encontra a hera , e ve que ele mesmo era, a princesa que dormia."

Wednesday, March 12, 2008

Age



When he asked her out that was the first thing she said, "You are almost twice my age!" Yep! not a nice thing to say.....

She must had cast herself a curse ,because after that, even after she had accepted the gap as not being of much importance, everyone else was saying the same.

Never mind that both were married to someone else ,that didn't seemed as bad as the 29 years difference. This was the real crime, the offense.

How dare you love someone that old!
How dare you love someone that young!

Drama ,Drama.

The cupid pissed on his pants laughing, son of a gun had nothing better to do than throw his arrows in this two poor unsuspected victims.

The true is that love is blind , irrational and wonderful.


Neither one understand either, they look at each other and ask what the hell happened???

Years went by and the feeling is still there. Even after all the beating they both suffered, even after the very bumpy road the have been travelling.

The end no one seems to know where it will be or when, but the age doesn't matter anymore.

Nothing matters anymore.

In the end they gave something to people to talk about, laugh about ,curse about. Something to fill their empty lives.

A living soap opera.

As for the two love sick creatures , all they want is to left alone to enjoy this strange amazing feeling that the naughty cupid has given them.

Sunday, March 9, 2008

Follow the yellow bricks........


"But Oz never did give nothing to the Tin Man
That he didn't, didn't already have
"
song Tin Man from Bunnel




I had this dream that I was living in a monastery in Africa and I was very wealthy but I carried very little with me. I decided to go back home and the people around me were puzzler because all of sudden I had to go. Someone said it is because I saw the wheat fields and I knew it was time to go.

So I jumped in an eagle and left in middle of surprised eyes. In the middle of the road I stopped to overnight in a African village and the chief came to visite me and gave me a tiger , a bear and an ox to help me in my journey.

I don't remember much of the rest of the dream but the three animals remained in my mind...


I told someone my dream and the person said that the animals stand for courage (tiger) , strengh (bear), perseverance and stability ( ox). I don't know if that is exactly the meaning but it made sense.

She looked at me and said : " You have what it takes, you're going to make it, honey!"


But where is home?

Wednesday, February 13, 2008

A morte e o mar

"When we meet what we are afraid of, we find out what we are made of."(everything but the girl)


Era um dia de verao bem quente o mar batia violento nas pedras e a praia estava lotada. Ela e a amiga brincavam distraidas perto da espuma, corriam de um lado para outro e se jogavam na areia.

Ela tinha 11 anos nao percebeu a morte que a espreitava....


A amiga perdeu o equlibrio e caiu na espuma, a correnteza forte comecou a puxa-la, a menina correu para ajudar a amiga , deu-lhe a mao e a morte traicoeira aproveitou para dar uma rasteira na menina que tambem caiu.

A morte sorria....

A menina sob a agua nao teve medo, soube que era ali que tudo acabava, mais nao viu a vida passar-le como dizem que acontece com as pessoas antes de morrer, a menina nao quiz morrer!

Abria os olhos sob a agua e tudo que via era a espuma branca, a areia subindo e se misturando com a agua, queria subir a superfice mais nao sabia de que lado ficava a superfice, so sabia que queria sobreviver, sabia que iria lutar, "nao! nao se entregaria!". Uma voz le falava ao ouvido: nao beba a agua, nao beba dessa agua!

A morte se tornava impaciente, como podia a menina querer derrota-la?

A menia enrolada dentro da espuma decidiu que iria viver, decidiu que acharia a superfice, entao parou de lutar e deixou que o mar lhe mostrasse o caminho. " a mesma onde que te leva ao fundo , te levara a superfice" dizia-lhe a voz.

A morte esperava impaciente...

O mar mostrou-a o caminho, a onda a levou a superfice e a primeira coisa que a menina viu foi o ceu, azul, muito azul! Olhou para os lados e viu que estava bem longe da praia , viu a multidado que se formava na areia, viu as pedras que se aproximavam.


A morte pensou :"ainda existe uma chance , se o mar leva-la em direcao as perdras"...

A mennina lembrou-se do pai, lembrou como eles nadavam juntos na piscina, lembrou como ele a ensimou a nadar na diagonal para cortar a correnteza...E assim ela o fez, comecou a nadar na direcao oposta da pedras, na diagonal cortando a correnteza.

A morte olhava assuatada, sem entender onde essa menina tinho aprendido a lutar, parecia tao fragil, tao inocente, onde estava escondiada aquela forca toda?A morte reconheceu que talvez tivesse se enganado em escolher a menina. Mais pensou que ainda havia uma chance, as ondas estavam fortes, nao havia como a menina sair...

A menia viu quando o salva-vidas pulou na agua, viu como ele furou as ondas viu quando ele chegou perto dela, viu que ele tinha medo. As ondas ficaram cada vaz mais violentas e a correnteza puxava-os em direcao as pedras. O salva-vidas tinha medo dizia que iam morrer que iam se chocar contra as pedras. A menina o acalmava, dizia que subiriam pelas pedras que tudo sairia bem.

A morte se alegrou um pouco, talvez a ingenuidade levasse a menina em sua direcao...

O mar teve pena, se acalmou, deixou que mais quatro salva-vidas entrassem para tirar a menina e o primeiro salva-vidas. Deixou-os entrar e sair com a menina, so depois que estavam todos na areia comecou a bater nas pedras com toda a violencia.

A morte nao acreditou, nao acreditou quando a menia saiu serena do seus bracos e sentou-se na areia enrolada na toalha. Nao entendeu porque o mar deixou a menina viver, nao acreditou que a menina nao tevesse medo. Foi a falta de medo que a fez sobreviver!


A morte nunca mais abandonou a menina, segue-a ate hoje. Ensina-lhe a viver e espera ansiosa. A menina hoje conhece a morte, sente sua presenca e a pede que espere. Viraram amigas, companheiras. A menina sabendo ser mortal aprendeu a viver intensamente, e a morte aprendeu a respeita-la, as vezes tenta passar-lhe uma rasteira, mais seguem lado a lado. Ate a ultima batalha!